domingo, 25 de agosto de 2013
Do abraço ao óbito.
É tão fútil a forma na qual as pessoas se expõem , na qual desejam ser desejadas. Tenho-nos como amargos,infelizes, me dão nojo. Teu desenrolar de felicidade fascista , teus prazeres tão sobrecarregados de falsidade, calem a boca deles! Já chega dessa previsível desgraça! Cadê teus sonhos, querido grão de mostarda ? Será que tens ? Será que compreende que possas desejar tua digna prosperidade ? Ajoelhe-se, então , implore pelo fim , da morte que te acompanha , de a cada dia estar morrendo mais um pouco. Feche teus olhos, pobre infeliz , tente agora enxergar seu próprio nariz , este ao qual exibe sem dó , ergue e ludibria poder. Meus ressentimentos às suas mentiras, que lhe sufocam e levar-te-ão a dor e a óbito.
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